FILME ENCONTROS E DESENCONTROS / Lost in Translation (2003)
Dirigido por Sofia Coppola
Roteiro de Sofia Coppola
Gênero: comédia dramática
Duração de 1H44min/102 minutos
Música composta por Kevin Shields
Países de origem : EUA e Japão
Com Bill Murray,Scarlett Johansson, Giovanni Ribisi, Anna Faris, Catherine Lambert, Diamond Yukai,
Orçamento de 4 milhões US$
ONDE ASSISTIR: Now
Bob Harris (Murray interpretando a si mesmo,mas com mais seriedade) é uma estrela de cinema que está em Tóquio para fazer um comercial de Uísque.Como ele entende pouco da língua local,cabe todos os dias um grupo de pessoas o esperarem no saguão do hotel chique em que ele está hospedado e onde sairá para ir ser dirigido pelo agitado diretor comercial (papel feito de forma estupenda por Yukai) que tenta ao máximo fazer com que Bob faça as caras e bocas,para as fotos e o vídeo da propaganda do famoso Uísque, enquanto fica entendia do facilmente, Bob conhece a jovem insegura Charlotte (Johansson em boa atuação), que por sua vez,está na cidade agitada,para servir de companhia para o marido John (Ribisi) que trabalha como fotógrafo de celebridades, e a deixa quase que todo tempo sozinha.
Assim que se conhecem,Bob e Charlotte, começam a amizade,com um simples comprimento, depois iniciam a conversarem (pouco) sobre suas vidas sociais,já no decorrer dos vários encontros e desencontros dos dois,ambos vão começar a nutrir uma admiração muntua e irão perceber que eles tem muito em comum,ao começar por não sentirem muito sono,em decorrência do fuso horário.
Durante um encontro nada animado acompanhada pelo marido John,Charlott será deixada de lado durante uma conversa do fotógrafo com uma amiga (que é diretora de filmes),chamada Kelly (feita de forma magistral por Faris que quase repete o mesmo papel da personagem Cindy do filme TODO MUNDO EM PÂNICO de 1999),Scarlett olha para frente e percebe Bob,com a feição triste,ela se aproxima dele e ambos conversam pouco como de costume,só que com o aumento dos encontros,os dois vão tentar disfarçar o máximo para si mesmos,que eles não nutrem mais do paixão.
(Imagem Divulgação)
Encontros e Desencontros foi o segundo filme da diretora Coppola, que é filha do visionário Francis Ford Coppola,que apenas foi produtor executivo deste filme,que além de vencer o Globo de Ouro 2004 nas categorias melhor filme comédia ou musical e a de melhor ator em comédia para Murray, conseguiu o Bafta de melhor ator,atriz para Johansson, roteiro original para Coppola e de melhor montagem, chegando assim com total força no OSCAR daquele ano,conseguindo cinco indicações dentre elas a de melhor filme,melhor direção (Coppola foi a terceira mulher a ser indicada na história da Academia),melhor ator (Murray achou que ganharia,mas ao ouvir que Sean Penn venceu pelo dramático Sobre Meninos e Lobos,fez uma cara de bravo,não aplaudiu o colega e logo depois ficou sem reação),montagem e venceu o de melhor roteiro original.
Tanto a crítica e os cinéfilos,hoje em dia,dividem a opinião a respeito do filme,uns acham sublime e cativante por falar sem muito uso de diálogos e por deixar mais silêncio do que demonstrar as reações dos personagens (dos livros dos melhores filmes de todos os tempos,ele sempre aparece),já outros reclamam que o filme é quase parado,sem emoção e sem um pingo de humor,mas ambos chegam no mesmo raciocínio, a ocidentalização do Japão é retirado de forma clara e objetiva,enquanto os seguintes filmes da diretora e o anterior (As virgens suicidas de 1999,que pra mim não convence em nada e nem se quer foi indicado ao OSCAR 2000),falam sobre personagens sempre aprisionados em algo,Bob se distância um pouco do próprio trabalho e da família, para se dedicar a si mesmo,pois devido a rotina de celebridade,ele se sente sufocado,já Scarlett abriu mão dos próprios sonhos para acompanhar o marido,não por ele ter perdido,mas por ela ainda não ter se encontrado neste mundo globalizado, cheia de expectativas para se formar em alguma profissão, mas tem um pouco de receio do que vai enfrentar.
O título original em inglês é Perdidos na tradução, mais óbvio, mas o título brasileiro é bem mais adequado para a história que pode até ser morna no decorrer do longa,mas deixa em todos alguma situação boa ou ruim, vai depender muito do humor de quem assiste.
NOTA DO SITE : 7,1 (Bom Filme)
Roteiro de Sofia Coppola
Gênero: comédia dramática
Duração de 1H44min/102 minutos
Música composta por Kevin Shields
Países de origem : EUA e Japão
Com Bill Murray,Scarlett Johansson, Giovanni Ribisi, Anna Faris, Catherine Lambert, Diamond Yukai,
Orçamento de 4 milhões US$
ONDE ASSISTIR: Now
Bob Harris (Murray interpretando a si mesmo,mas com mais seriedade) é uma estrela de cinema que está em Tóquio para fazer um comercial de Uísque.Como ele entende pouco da língua local,cabe todos os dias um grupo de pessoas o esperarem no saguão do hotel chique em que ele está hospedado e onde sairá para ir ser dirigido pelo agitado diretor comercial (papel feito de forma estupenda por Yukai) que tenta ao máximo fazer com que Bob faça as caras e bocas,para as fotos e o vídeo da propaganda do famoso Uísque, enquanto fica entendia do facilmente, Bob conhece a jovem insegura Charlotte (Johansson em boa atuação), que por sua vez,está na cidade agitada,para servir de companhia para o marido John (Ribisi) que trabalha como fotógrafo de celebridades, e a deixa quase que todo tempo sozinha.
Assim que se conhecem,Bob e Charlotte, começam a amizade,com um simples comprimento, depois iniciam a conversarem (pouco) sobre suas vidas sociais,já no decorrer dos vários encontros e desencontros dos dois,ambos vão começar a nutrir uma admiração muntua e irão perceber que eles tem muito em comum,ao começar por não sentirem muito sono,em decorrência do fuso horário.
Durante um encontro nada animado acompanhada pelo marido John,Charlott será deixada de lado durante uma conversa do fotógrafo com uma amiga (que é diretora de filmes),chamada Kelly (feita de forma magistral por Faris que quase repete o mesmo papel da personagem Cindy do filme TODO MUNDO EM PÂNICO de 1999),Scarlett olha para frente e percebe Bob,com a feição triste,ela se aproxima dele e ambos conversam pouco como de costume,só que com o aumento dos encontros,os dois vão tentar disfarçar o máximo para si mesmos,que eles não nutrem mais do paixão.
(Imagem Divulgação)
Encontros e Desencontros foi o segundo filme da diretora Coppola, que é filha do visionário Francis Ford Coppola,que apenas foi produtor executivo deste filme,que além de vencer o Globo de Ouro 2004 nas categorias melhor filme comédia ou musical e a de melhor ator em comédia para Murray, conseguiu o Bafta de melhor ator,atriz para Johansson, roteiro original para Coppola e de melhor montagem, chegando assim com total força no OSCAR daquele ano,conseguindo cinco indicações dentre elas a de melhor filme,melhor direção (Coppola foi a terceira mulher a ser indicada na história da Academia),melhor ator (Murray achou que ganharia,mas ao ouvir que Sean Penn venceu pelo dramático Sobre Meninos e Lobos,fez uma cara de bravo,não aplaudiu o colega e logo depois ficou sem reação),montagem e venceu o de melhor roteiro original.
Tanto a crítica e os cinéfilos,hoje em dia,dividem a opinião a respeito do filme,uns acham sublime e cativante por falar sem muito uso de diálogos e por deixar mais silêncio do que demonstrar as reações dos personagens (dos livros dos melhores filmes de todos os tempos,ele sempre aparece),já outros reclamam que o filme é quase parado,sem emoção e sem um pingo de humor,mas ambos chegam no mesmo raciocínio, a ocidentalização do Japão é retirado de forma clara e objetiva,enquanto os seguintes filmes da diretora e o anterior (As virgens suicidas de 1999,que pra mim não convence em nada e nem se quer foi indicado ao OSCAR 2000),falam sobre personagens sempre aprisionados em algo,Bob se distância um pouco do próprio trabalho e da família, para se dedicar a si mesmo,pois devido a rotina de celebridade,ele se sente sufocado,já Scarlett abriu mão dos próprios sonhos para acompanhar o marido,não por ele ter perdido,mas por ela ainda não ter se encontrado neste mundo globalizado, cheia de expectativas para se formar em alguma profissão, mas tem um pouco de receio do que vai enfrentar.
O título original em inglês é Perdidos na tradução, mais óbvio, mas o título brasileiro é bem mais adequado para a história que pode até ser morna no decorrer do longa,mas deixa em todos alguma situação boa ou ruim, vai depender muito do humor de quem assiste.
NOTA DO SITE : 7,1 (Bom Filme)


O filme é bem divertido e um pouco melancolico.vi na Band este ano.
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